Como é financiada a Publique o que Paga?

Se exigimos transparência dos demais, é necessário agirmos com transparência financeira. Nesta página, encontra pormenores das nossas receitas e despesas em 2011. No início de 2013 publicaremos os nossos dados relativos a 2012. Caso tenha alguma questão sobre esta página ou a informação contida na mesma, contacte a nossa directora internacional Marinke van Riet para mais informações.

O Secretariado Internacional da Publiquem o Que Pagam consiste numa pequena equipa de seis elementos sedeada em Londres e um membro sedeado em Beirute. Até ao momento presente, o Secretariado Internacional da POQP não dispõe de entidade legal própria e funciona na Open Society Foundation, em Londres. Até Outubro de 2012, o gestor do programa para África funcionou na Catholic Relief Services, no Gana. O coordenador para a região MENA funciona no Revenue Watch Institute, com receitas e despesas separadas e, por isso, não é aqui incluído.

Receitas de 2011

Em 2011, as receitas combinadas para os Secretariados da POQP sedeados em Londres e em Acra corresponderam a £436,043 libras esterlinas - provenientes de oito patrocinadores diferentes.

Despesas de 2011

Como se pode imaginar, com uma pequena equipa de coordenação das campanhas e o trabalho de 40 coligações em todo o mundo, a maioria das nossas despesas destina-se a custos de pessoal (42%) e comunicações, campanhas e organização de seminários (31%). Os restantes 26% correspondem a custos de funcionamento e administrativos.

Para mais informações sobre as nossas receitas e despesas

Seis dos oito financiadores para 2011 são ONG e membros da coligação, assim como contribuidores a longo prazo, o que demonstra bem o seu grande empenho na campanha: Global Witness, Revenue Watch Institute, Cordaid, Oxfam Novib, Secours Catholique e CAFOD. São responsáveis por 56% das receitas totais em 2011. O Secretariado Internacional da POQP beneficia de parcerias com duas fundações: a Open Society Foundation e a William and Flora Hewlett Foundation, que contribuem com os restantes 44%. A Open Society Foundation em Londres é também a anfitriã legal da POQP e, por conseguinte, as receitas e as despesas da POQP fazem parte das auditorias da OSF, em Londres. Em Julho de 2011, a POQP recebeu a William and Flora Hewlett Foundation na sua lista de militantes durante uma parceria de dois anos, que ascendeu a 500.000 dólares. Esta parceira permitiu à POQP levar cabo um processo de desenvolvimento estratégico ambicioso, que culminou na adopção da Vision 20/20 durante as comemorações do nosso décimo aniversário realizadas em Amesterdão.

Salienta-se que a maioria dos membros da coligação POQP, incluindo os membros supramencionados, contribuem em espécie com os seus recursos humanos, experiência jurídica e/ou técnica, envolvimento de meios de comunicação, organização de workshops, etc., que são igualmente (ou mais) importantes para promover a nossa causa. É praticamente impossível atribuir um valor monetário a todas estas acções, mas sabemos que não estaríamos hoje onde estamos sem esse compromisso comum a favor dos pilares estratégicos do POQP. Além disso, esta página apenas menciona as receitas e as despesas do Secretariado Internacional, sendo que as coligações nacionais dispõem das suas próprias fontes de financiamento, que serão publicadas futuramente nas páginas dos respectivos países como parte da nossa nova estrutura de governança. Para fins de coordenação e harmonização, o Secretariado Internacional recomenda vivamente que os doadores cooperem com a POQP antes de se comprometerem com coligações de financiamento.

Com a nova e ambiciosa Vision 20/20, torna-se evidente que o Secretariado da POQP tem de ser reforçado para servir melhor as crescentes necessidades e requisitos da coligação. Gostaríamos que houvesse mais organizações, particularmente no seio da coligação, a apoiar a nossa campanha para um sector extractivo aberto e responsável. Caso esteja interessado em apoiar uma das coligações mais bem sucedidas da última década, contacte a Directora Internacional da POQP. Tenha em atenção que não aceitamos quaisquer doações provenientes do sector extractivo.